TI Corporativa: sete tendências para o ano de 2017

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Clareza: esta foi a palavra que sintetizou o ano de 2016 em tecnologia para o universo corporativo. Afinal, o ecossistema emergente de containers, escalabilidade na nuvem, monitoramento da aplicação, microserviços, DevOps e análise de streaming não são apenas um modismo. Estas inovações já tangem o nosso futuro e atualmente alimentam as avançadas empresas do Vale do Silício e Seattle.

Acrescente o aprendizado de máquina e a Internet das coisas e você obterá um quadro abrangente para a próxima fase da TI corporativa, tendo a melhoria contínua como o seu princípio fundador. Consequentemente nos tornaremos mais conscientes do crescente abismo entre este novo paradigma e a maioria das operações de TI existentes nas companhias. Por tal motivo, o recente termo ” transformação digital” se recusará a morrer.

Mas… e no ano de 2017?
Bom, quando se sabe onde se encontra a tecnologia empresarial nos dias atuais, é bem mais fácil “olhar para frente”. Portanto, divulgamos hoje um artigo do Portal CIO com sete apostas em tendências para tecnologias corporativas para o ano de 2017 e além! Continue lendo para saber mais:

1. Colaboração Avançada

A colaboração é certamente a chave para a transformação digital, juntamente com a inteligência das máquinas, que é vista como uma excelente oportunidade neste espaço para os próximos anos. Afinal, a noção de aprendizagem de máquina permitirá que as plataformas de colaboração reúnam pessoas, recursos e dados para formar grupos de trabalho em tempo real em uma organização.

2. Aprendizagem profunda

A Inteligência Artificial e a aprendizagem de máquina devem muito do seu ressurgimento à capacidade da nuvem de servir volumes de computação, memória e dados, nos quais os algoritmos podem se libertar e produzir resultados úteis rapidamente.

Isso vai escalar para o Deep Learning, um subconjunto do aprendizado de máquina que emprega várias camadas de redes neurais operando sobre o mesmo problema, ao mesmo tempo, para tarefas que vão desde o reconhecimento de imagem para detecção de fraude até à análise preditiva. Todas as grandes nuvens do mercado darão a seus clientes a capacidade de pôr em marcha a potência computacional necessária para aplicações de Deep Learning.

3. O retorno do SQL

Ao decorrer dos anos, o SQL aprendeu também a escalar, principalmente com as ofertas de banco de dados como serviço. Ao mesmo tempo, os bancos de dados NoSQL estão se inclinando para oferecer interoperabilidade SQL.

A verdade é que, se você possui um monte de dados, então você quer ser capaz de analisá-los, e as ferramentas de análise popular ainda exigem SQL. O NoSQL, mesmo com suas variedades, ainda oferece enorme potencial, mas o SQL não mostra nenhum sinal de desvanecimento. Todos prevêem uma grande unificação de SQL e NoSQL. Mas ninguém sabe que forma prática essa unificação terá.

4. A conquista dos containers

Sabemos como será o futuro dos aplicativos: microserviços executados em contêineres em infraestrutura de nuvem escalável. Contudo, quando aplicações monolíticas são desmembradas em microserviços, há um problema: é preciso gerenciar e orquestrar e nas empresas fornecedoras de nuvem é onde está disputa começou e está longe de acabar.

5. Computação sem servidor

Quando se é um desenvolvedor, preocupar-se com a infraestrutura – mesmo que virtual – é um obstáculo quando você busca apenas se concentrar na lógica da aplicação e design da interface do usuário. O modelo de “computação sem servidor” transforma esta preocupação em algo do passado ao propor uma experiência orientada a eventos, e encoraja os desenvolvedores a pegar funções de uma biblioteca e encadeá-las em conjunto, reduzindo a quantidade de código original que precisará ser escrita.

6. Interoperabilidade da IOT

O protocolo de mensagens estabelecido para a Internet das Coisas tem sido o MQTT , cuja natureza compacta e eficiente endereça o baixo consumo de energia. Todavia, os desenvolvimentos mais interessantes surgiram na camada de aplicação e todas as principais nuvens públicas agora têm plataformas IoT, que são cruciais para o progresso da tecnologia.

7. Hardware como um serviço

A IDC prevê que em 2017, 10% das empresas começarão a explorar acordos de PC-as-a-service com fornecedores, sem falar nos servidores oferecidos através de um “modelo de assinatura orientado para a nuvem“. Será o fim do investimento de capital em TI como conhecemos.


Leia esta matéria na íntegra aqui: http://cio.com.br/tecnologia/2016/12/07/oito-tendencias-em-tecnologia-corporativa-para-2017/

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1 comentário em “TI Corporativa: sete tendências para o ano de 2017

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