Confira as principais megatendências em Analytics apontadas pelo Gartner

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Conforme o mundo digital se torna mais complexo, as equipes de liderança transformam-se cada vez mais dependentes das soluções de Analytics para ampará-los na orientação de ações e tomada de decisões. Continue lendo o artigo de hoje, desenvolvido diretamente pela equipe do Portal CIO:

O Gartner ressalta, desde 2014, que soluções avançadas de análise preenchem o topo das prioridades das organizações. A demanda por projetos que envolvem esse tipo de ferramentas é cada vez mais impulsionada pela necessidade das organizações em tratarem seus dados e melhorarem sua visão de negócios.

Contudo, apesar dos benefícios que irrompem no horizonte quando se fala desse tipo de tecnologia, gerar valor a partir de dados requer talento, integração, preparação, arquitetura especializada e ferramenta. Está longe de ser algo trivial. Há pouco tempo  o Gartner elegeu 10 megatendências que auxiliarão a guiar as companhias em seus projetos de Analytics. Acompanhe:

1 – Dados para decisões

É preciso entender porque a análise está sendo feita e qual o seu objetivo. O primeiro passo é examinar os departamentos que necessitam ser alterados ou que já estão em processo de transformação. Toda análise será empregada para otimizar uma área de problema e para influenciar e orientar a mudança – em vez de permanecer como uma análise na qual ninguém age. Tudo começa com a transformação e as decisões associadas a ela.

2 – Tomadores de decisões táticos a estratégicos

É preciso notar quem está consumindo a informação dentro da organização. A análise é valiosa para todos os colaboradores e deve impactar nas decisões estratégicas.

Para persuadir tomadores de decisões a fazerem as melhores escolhas, é preciso concentrar-se em três áreas baseadas em análises: uma combinação equilibrada de estratégia e objetivos financeiros, auto-avaliação realista e revisão objetiva de casos de negócios.

3 – Funções fundamentais a abrangentes

Analytics deve incluir a empresa como um todo.

4 – Agregar níveis detalhados de dados

Detalhes analíticos proporcionam estratégias mais personalizadas. Níveis sutis de granularidade viabilizam melhor entendimento dos clientes e previsão de desafios. Isso não estabelece uma estratégia, todavia, educa os tomadores de decisão quanto ao que a ela poderia ser.

5 – Silos de dados para multiplicar dimensões

A quebra de silos concede novas perspectivas e permite que a equipe combine vários pontos de vista para entender melhor o que está acontecendo, a provável razão e qual ação tomar com base na análise.

6 – Relatar para descobrir

As organizações devem fazer uma mudança fundamental no pensamento para aprimorar o envolvimento com os dados e serem tão curiosas sobre o que aconteceu no passado quanto são sobre o futuro. Isso permite que as empresas entendam o ambiente e o potencial, utilizando os dados para obter nova percepção.

7 – Do humano para Inteligência Artificial

É essencial ter uma ideia clara e prática sobre o poder da análise e o que ela pode gerar para os negócios, independente da técnica utilizada. Isso porque elas farão as mesmas coisas, mas com níveis diferentes de sofisticação. A inteligência artificial (IA) é interessante e poderosa, mas não está necessariamente fazendo algo radicalmente diferente, está apenas fazendo radicalmente melhor. É necessário entender o que é possível e então decidir qual nível de sofisticação a organização precisa – seja um cientista de dados ou de IA.

8 – Escolha da plataforma para o portfólio analítico

A escolha da plataforma conduzirá à diferenciação. É preciso selecionar uma plataforma que permita que o empreendimento construa algo único para a empresa que se afasta das ofertas comoditizadas. A companhia precisa decidir se deve contratar cientistas de dados e uma plataforma ou se analistas de negócios com pacotes de aplicações são aceitáveis, além de definir quais funções os provedores de serviços externos terão.

9 – Do Analytics independente ao integrado

Analytics deve ser integrado ao processo de negócios, cada vez mais acelerado. O que anteriormente levava semanas nos negócios, agora leva dias, e o que costumava levar um segundo agora é medido em milissegundos. A análise precisa ser ajustada para que as atitudes sejam tomadas no momento apropriado.

10 – De dados confidenciais aos abertos

Um serviço de transmissão decidiu compartilhar dados que tinha sobre ISPs (Provedores de Serviços de Internet). Foram as informações internas que, quando compartilhadas, geraram um grande número de publicidade e uma boa reputação para a empresa, além de servir como uma exposição pública para os ISPs. O serviço era interdependente nos provedores, mas, ao publicar os dados, a dinâmica do mercado foi fundamentalmente alterada. Isso forçou os ISPs a melhorarem em algo que eles não queriam fazer ao compartilhar as informações.


Fonte: http://cio.com.br/tecnologia/2017/01/31/dez-megatendencias-em-analytics-segundo-o-gartner/ 

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