Análise quantitativa de riscos: saiba fazer de forma eficaz

Análise quantitativa de riscos: saiba fazer de forma eficaz

Ainda é comum encontrar no mercado gestores que não mapeiam devidamente os seus riscos, buscando soluções paliativas à medida que os problemas aparecem. A boa notícia é que existem metodologias apropriadas para se antecipar às falhas.

Contudo, pode ser difícil diferenciar de forma efetiva a análise quantitativa de riscos da opção qualitativa. Pensando nisso, preparamos um post especial para que você saiba separá-las e ainda aplicar em seu negócio. Confira!

Qual a diferença entre análise quantitativa e análise qualitativa de riscos?

Na análise qualitativa, temos um estudo mais subjetivo. Ela é vista como um método aberto de obter conhecimento, já que múltiplas variáveis são levadas em consideração. Já a opção quantitativa se concentra nos números, apresentando um caráter mais objetivo.

Podemos exemplificar ambos com base em uma empresa que utiliza muitos computadores. Vamos supor que essas máquinas têm apresentado um grande número de falhas. A análise qualitativa seria uma inspeção de um técnico ao local, conversando com os profissionais sobre o que está acontecendo.

Já a opção quantitativa representa um estudo mais aprofundado, nos quais os técnicos chegariam a valores exatos, representando o prejuízo total da empresa caso as máquinas continuem apresentando deficiências.

Como fazer uma análise quantitativa de riscos de forma eficaz?

Agora que apresentamos o conceito, mostraremos uma trajetória possível para analisar os riscos de seus projetos.

Árvore de decisão

Antes de começar a mensurar em números (ou seja, analisar quantitativamente) os riscos envolvidos, é preciso identificá-los. O interessante é que esse primeiro passo conta com a opção qualitativa para obter essas informações.

Com a técnica conhecida como árvore de decisão, é elaborado um organograma utilizado pela equipe para pontuar cada um dos possíveis riscos. A partir daí, com base na experiência dos profissionais e no estudo do mercado, é possível estabelecer o impacto de futuras ocorrências.

Vamos dar um exemplo prático em diversas empresas: a necessidade de custear horas extras em um determinado projeto. Eles podem ser listados na fase inicial do cronograma, elencando as etapas com maiores probabilidades de que o evento ocorra. Além disso, com a aquisição de um sistema integrado de gestão, é possível organizar esses dados com mais facilidade.

Valor monetário esperado

Antes de partir para a próxima etapa, conhecida como contingência, é necessário obter o valor monetário esperado. A fórmula para chegar a esse número é simples: divide-se a probabilidade pelo impacto financeiro.

Assim, se o organograma inicial indicou que um projeto possui cerca de 20% de riscos associados, é preciso obter esse valor em relação ao orçamento — digamos, R$ 100 mil. Desse modo, temos um VME de R$ 20 mil, o equivalente à probabilidade de falhas no projeto, levando o montante em consideração.

É importante notar que esse valor é a soma de todos os VMEs considerados de acordo com cada etapa do organograma. Esse número influencia decisivamente o próximo passo.

Reserva de contingência

Com esse valor, os gestores obtêm uma noção precisa sobre como aplicar os recursos e garantir a viabilidade do trabalho como um todo.

Como manter os dados organizados?

Para realizar a análise quantitativa de riscos de forma otimizada, é fundamental manter os dados da empresa organizados e centralizados. Uma forma eficiente de obter isso é por meio de um bom sistema de gestão integrada.

Esses programas contam com módulos, que são grupos de funcionalidades dedicados ao desenvolvimento de sequências lógicas de atividades. Dessa forma, eles são usados também para processar e armazenar os dados fundamentais do negócio.

Além disso, as soluções mais completas do mercado operam com suítes diversificadas de aplicativos, as quais dispensam que a sua empresa instale muitos programas e sobrecarregue o sistema.

Você também contará com uma interface intuitiva, o que possibilita o acesso rápido e uma análise quantitativa de riscos mais eficaz. O sistema integrado para manter os dados organizados é a melhor opção para não se perder em meio às informações.


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