Segurança na nuvem: 6 mitos comuns em grandes empresas

Você tem preocupações a respeito da segurança na nuvem? O crescimento cada vez maior do volume de dados tem orquestrado a velocidade com que as mudanças tecnológicas vem acontecendo.

Com o advento do Big Data e a sua integração com mobilidade e mídias sociais, o cloud computing está revolucionando as formas de armazenamento e compartilhamento de dados.

Não é à toa que o número de empresas que está adotando a nuvem é cada vez maior. Inclusive, estudos evidenciam que, quando se trata de análises de dados, mais de 50% das organizações está parcial ou totalmente na nuvem.

Isso é, no mundo empresarial, a maioria das pessoas usa alguma ferramenta de nuvem diariamente, para atender as demandas de trabalho nas quais estão envolvidas. Mas, se você ainda acha que a segurança na nuvem é um fator preocupante, confira os tópicos seguintes e desmitifique seus conceitos!

1. A segurança na nuvem não é confiável

Tendo em vista que o conceito de nuvem se mostra um tanto efêmero, muitos podem pensar que os dados são vulneráveis às ameaças virtuais. Isso sem falar que, quando uma surge uma solução nova, a falta de conhecimento pleno sobre a novidade costuma causar preocupação.

Todavia, não é preciso alarde. O armazenamento, compartilhamento e a análise de dados na nuvem apresentam segurança de alto nível, com muito mais recursos de confiabilidade do que quando se opta pela filosofia de armazenamento local de dados.

Um dos conceitos que comprova a segurança aprimorada é de simples compreensão: os fornecedores de sistemas na nuvem adotam mais recursos para segurança do que o normal. Para essas empresas, monitorar a segurança e controlar ameaças, regularmente, faz parte do dia a dia de trabalho.

O investimento em segurança na nuvem é tal, que essas empresas possuem equipes exclusivas para lidar com qualquer tipo de violação de informação e intervir conforme a necessidade.

Esses recursos especializados vão muito além do que a maioria das empresas podem oferecer. Contar com esse nível de segurança é uma vantagem extraordinária da computação em nuvem.

2. A transição para a nuvem é problemática

A mudança é uma das palavras mais temidas pelas equipes. Não importa se é de endereço, de função ou na forma de interação com os dados. Caso não seja realizado da maneira ideal, o processo pode ser traumático, dando a impressão de que está faltando alguma coisa.

Vale dizer que o medo da mudança é o que mais faz com que muitas empresas questionem a segurança na nuvem. Todavia, esse receio não tem fundamento: normalmente, uma quantidade razoável dos dados já está na nuvem.

Por exemplo, se a organização conta com aplicativos tais como o CRM, ERP e BI, já está muito próxima da implementação do cloud computing. Ou seja, transferir os dados para a nuvem se torna muito simples, uma vez que os dados já estão organizados em um sistema de gestão.

3. A nuvem é um recurso caro

É possível que o gestor atente aos seus gastos atuais com software e pense não poder investir em mais nenhum outro recurso. Contudo, a implementação da nuvem tende a ser bastante flexível. Não apenas no que concerne ao armazenamento e compartilhamento de informações, mas também no que diz respeito aos custos.

Atualmente, é bem provável que se encontre mais alternativas de cloud computing do que de softwares tradicionais. Isso inclui a possibilidade de comprar novas licenças conforme a demanda, de acordo com o crescimento do negócio.

Ou seja, geralmente, não é necessário investir um grande volume de capital, de imediato. As companhias de soluções na nuvem costumam oferecer diversos tipos de pacotes de adesão, compatíveis com o bolso de qualquer empresa.

4. A nuvem exige muitos recursos de TI

Outro conceito errôneo é conceber o cloud computing como um investimento que exigirá mais recursos de infraestrutura.

Mas o que acontece é exatamente o contrário: a nuvem minimiza bastante esses gastos. Afinal, a segurança na nuvem está intrínseca, garantindo maior confiabilidade com menos recursos de hardware.

5. A análise de dados só serve para a TI

Devido o armazenamento e compartilhamento dos dados ser realizado de forma quase autônoma e centralizada, todos os profissionais têm a possibilidade de trabalhar com essas informações.

Isso quer dizer que qualquer pessoa pode analisar e visualizar os dados, para conseguir as respostas demandadas, não importando o setor que ocupe. Afinal, tudo fica no mesmo servidor.

6. O acesso aos dados é mais demorado

Apesar dessa ideia ir completamente na contramão do que, de fato, acontece, é um medo comum e que, numa análise preliminar, até faz sentido.

Isso é, se os dados não estão disponíveis no local, a primeira concepção é de que será mais difícil acessá-los. Com base nisso, muitas organizações têm receio de que a perda de controle acarrete em atrasos e outros problemas.

Por isso, é preciso que fique claro que, na realidade, a velocidade de acesso é um dos principais pontos fortes do cloud computing. Inclusive, em pesquisas realizadas sobre os benefícios do uso da nuvem, com profissionais das áreas de negócios e TI, essa característica foi confirmada com propriedade.

Quando os indivíduos foram questionados sobre quais eram os três benefícios principais, a velocidade figurava sempre entre os fatores apontados. O que comprova como o acesso aos dados se mostra mais ágil, com a utilização da nuvem.

Em síntese, a tecnologia de armazenamento e compartilhamento de informações na nuvem é um grande progresso em relação aos métodos de tratamento local de informação. Ela viabiliza que as empresas atuem com dados de forma mais rápida e prática, possibilitando tomadas de decisão e intervenções mais assertivas.

A ideia de falta de segurança na nuvem está ficando cada vez mais distante, na medida em que se conhece mais sobre o assunto e a tecnologia vai evoluindo. Aqueles que já fizeram a transição para esse modelo reconhecem, no cloud computing, o presente e o futuro da tecnologia.

Finalmente, convém destacar que não se trata somente de velocidade. A nuvem está fornecendo, às empresas, um caminho mais curto para a análise de ações. Sobretudo, do ponto de vista estratégico: dados podem ser aproveitados e, em última análise, gerar lucro.

Essa é a melhor forma de velocidade: viabilizar que as organizações alcancem seus objetivos, cheguem exatamente onde desejam e alavanquem seus negócios.

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