Contingência em nuvem: qual a importância para evitar a perda de dados?

Existem diferentes tipos de eventos que afetam a infraestrutura de TI de uma empresa — inclusive as aplicações hospedadas na nuvem. Eles podem estar relacionados a falhas em equipamentos, roubos, crimes virtuais, impactos ambientais, erros humanos e assim por diante.

Para que isso não ocorra com os dados guardados em servidores virtuais, é essencial que a empresa tenha um plano de contingência em nuvem. Dessa forma, é possível identificar as ameaças e desenvolver um plano de ação para reduzir e atenuar os danos, garantindo confiabilidade.

Quer entender como esse plano pode ser feito de forma eficaz? Acompanhe o post a seguir!

A importância do plano de contingência em nuvem

Cada empresa tem suas próprias necessidades, por isso o ideal é que o plano de contingência em nuvem considere seu segmento, suas atividades e seu uso de tecnologia. Ele também deve ter como base a segurança da informação, a rapidez de ações e a capacidade de retomar a normalidade com o mínimo de prejuízo.

Um incidente pode causar indisponibilidade total dos serviços de uma organização — provocando o descrédito em toda a cadeia de negócios. Assim, a estratégia deve ser bem elaborada e eficiente, com o intuito de preparar a companhia para resolver qualquer contratempo.

A ideia é garantir que o empreendimento não sofra um impacto muito forte. Portanto, além de certificar a disponibilidade de informações e aplicações essenciais na operação, o plano de contingência deve assegurar a comunicação adequada entre a companhia e o provedor do serviço de computação em nuvem.

O desenvolvimento do plano de contingência

Algumas etapas são essenciais na criação do plano de contingência em nuvem. Veja, a seguir, quais são elas.

Identificar os riscos

Todas as possíveis adversidades devem ser levantadas. Isso pode ser feito por uma equipe multidisciplinar treinada em rotinas de gestão de riscos.

Avaliar seu impacto

As ameaças devem ser analisadas para que seja possível mensurar as consequências em curto, médio e longo prazo.

Definir as prioridades

Nesse procedimento, é essencial entender o que deve ser priorizado — elementos e processos. Assim, se houver uma queda de energia, por exemplo, é preciso saber quais mecanismos devem continuar em funcionamento — sistemas, ar-condicionado e iluminação — para manter a operação o mais praticável possível.

Planejar as estratégias

As estratégias são essenciais para garantir o controle dos desastres. Assim, elas devem ser bem detalhadas e facilmente aplicáveis. É a qualidade que faz a empresa se recuperar mais rapidamente e evitar prejuízos, solucionando as consequências negativas do risco.

Criar um guia do plano

Tudo o que for estabelecido deve ser transformado em um documento detalhado, de maneira clara e concisa, sobre a definição dos problemas e suas soluções imediatas. As informações devem ser precisas e em forma de passo a passo.

Testar o plano de contingência

A sua estratégia deve ser testada antes da ocorrência de eventos críticos. Sem isso, todo o trabalho pode acabar sendo em vão, pois não é possível saber se, de fato, funciona em uma situação real.

A melhor forma de ter um bom plano de contingência em nuvem é contar com uma empresa especializada para conduzir o processo. Assim, ela vai monitorar os dados com cuidado, de modo a obter ganhos de produtividade enquanto diminui os custos da organização, mantém os dados seguros e garante a continuidade do negócio.

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