Fim do emissor de nota fiscal eletrônica gratuito: saiba como continuar emitindo sua NF-e

fim-do-emissor-gratuito-de-nota-fiscal-eletronica-o-que-fazer-mxm-01A Secretaria da Fazenda anunciou que os serviços do emissor de nota fiscal eletrônica (NF-e) gratuito e Conhecimento de Transporte (CT-e) serão descontinuados. A partir do dia 01 de Janeiro de 2017 não será mais possível fazer o download do programa.

Aqueles usuários que já tiverem baixado o emissor gratuito, não poderão mais atualizá-lo. A SEFAZ (Secretaria da Fazenda) decidiu descontinuar o sistema devido ao fato de muitos empresários já estarem optando por softwares de gestão integrados.

Está com dúvidas em relação ao fim do emissor gratuito? Leia nosso artigo e saiba o que fazer para continuar emitindo as notas fiscais eletrônicas normalmente.

Vantagens e desvantagens do fim do emissor de nota fiscal

A descontinuação do sistema do SEFAZ trará consequências boas e ruins aos empresários de pequenas, médias e grandes empresas. Como principais vantagens podemos citar os benefícios da aquisição de um novo software, são eles:

Já na parte das desvantagens, podemos dizer que o fim do emissor gerará despesas para as empresas, devido a aquisição do novo ERP (Enterprise Resource Planning ou Planejamento de Recursos da Empresa) — que logo será compensada pelos benefícios proporcionados pelo software.

Alternativas para emissão de notas

A própria Secretaria da Fazenda alerta aos empresários que não deixem a escolha de um novo sistema para a última hora. O ideal é começar imediatamente a busca por uma nova opção para continuar a emitir os documentos fiscais sem ter qualquer problema no início de 2017. Essa é a única alternativa viável para todos os empresários.

Escolha do novo sistema emissor

Como citamos acima, com o fim do emissor gratuito da SEFAZ, todas as empresas, exceto os microempreendedores individuais (MEIs), terão que negociar com empresas especializadas em gestão de faturamento para continuar emitindo as notas fiscais eletrônicas.

O que parece ser uma tarefa difícil, pode se tornar um ponto positivo em sua empresa, afinal, o novo sistema poderá ser útil para organizar todo o processo administrativo. A desenvolvedora de soluções de Tecnologia da Informação contratada deverá oferecer todo o suporte que o cliente necessitar.

Portanto, analise com calma as propostas e os sistemas de gestão oferecidos no mercado e contrate o melhor para o seu estabelecimento. Após a escolha do software, existem alguns passos importantes para a emissão de uma NF-e, são eles:

1 – Credenciar o novo emissor no SEFAZ

O credenciamento para emissão de NF-e permitirá que o contribuinte continue emitindo os modelos de documentos nacionais. Para fazer o cadastro é necessário entrar no site da SEFAZ e ler com atenção o manual disponível. Ele auxiliará a todos nesse processo, pois nele estão disponíveis de maneira ordenadas as seguintes instruções:

  • Para acessar o sistema é necessário ter a senha do contribuinte;
  • Selecionar um estabelecimento ou completar informações;
  • Realizar testes de homologação da SEFAZ;
  • Clicar no botão “credenciamento” para emitir NF-e em produção;
  • Testes do ambiente de produção têm validade jurídica junto ao SEFAZ, já os enviados para o ambiente de homologação, não tem validade jurídica;
  • Atualize a Inscrição Estadual (IE) e Razão Social do estabelecimento. Este procedimento irá atualizar o sistema de emissão de NF-e em homologação e produção.

2 – Conferir a validade do certificado

O Certificado digital (e-CNPJ) é uma assinatura eletrônica que possui validade jurídica. Ele permite que as empresas assinem e se identifiquem eletronicamente de qualquer lugar do mundo. Para continuar emitindo as notas fiscais eletrônicas tranquilamente, é necessário verificar a validade de seu certificado. Fique atento!

3 – Cadastrar as informações no novo emissor

Como todas as informações referentes à sua empresa estarão no antigo emissor da SEFAZ, será necessário cadastrar as informações no novo software. Geralmente é preciso informar o Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), Inscrição Estadual (IE), endereço do estabelecimento e Regime Tributário.

A princípio, a notícia do fim do emissor de nota fiscal gratuito pode parecer algo negativo, mas basta apenas se adequar e os empresários verão que mudanças trazem a todos novas oportunidades.


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