Dois mitos sobre cloud que ainda preocupam empresas brasileiras

Depois de anos discutindo e estudando sobre a importância da cloud computing, o mercado entende sua relevância. Este é um quadro confirmado em números: segundo informações da IDC Brasil, a expectativa de crescimento do mercado de cloud pública até 2017 era de 20%, somando US$ 890 milhões. Conforme dito pela consultoria, em 2018, 85% dos ambientes serão multicloud, ou seja, propõe a contratação de múltiplos fornecedores para obter o que cada um oferecer de melhor, com redução de riscos e economia.

Dois fatores colaboram para essa expansão da computação em nuvem. Um deles é a infraestrutura, que associada à internet e às novas tecnologias, propicia o uso e o gerenciamento de inúmeras soluções em cloud, através de uma contratação flexível sob demanda, de acordo com as demandas da organização. Outro fator é o custo: a computação em nuvem tem como princípio o compartilhamento seguro de ambiente, que maximiza a operação e resulta em contenção de gastos.

Entretanto, mesmo após tantos anos desde que o conceito se estabeleceu no mercado e depois de tantas informações sobre o assunto disponibilizadas, a cloud computing ainda é rodeada por dois mitos que, eventualmente, se tornam um impedimento para que empresas possam desfrutar dos benefícios listados acima. São eles:

Segurança da Informação em Nuvem

É de entendimento geral que a segurança, proteção e garantia da integridade dos seus dados em um ambiente na nuvem é um ponto crucial em uma empresa. É bom frisar que os provedores de cloud possuem políticas e tecnologias de segurança da informação mais avanças do que muitas empresas podem ter em ambientes locais. Fornecedores de soluções em nuvem levam a segurança muito a sério e investem fortemente para evitar qualquer tipo de invasão ou vazamento de informações. Além disso, possuem equipes especializadas na busca por proteção contra as recentes ciberameaças.

Isto é, a segurança da informação em companhias provedoras de cloud computing não é um item opcional, mas parte de um todo. Todo esse investimento faz com que data centers locais sejam mais vulneráveis a uma invasão do que uma grande fornecedora de computação em nuvem.

Performance

Muitas pessoas acreditam que a cloud computing diminui a performance empresarial, alegando que aplicações fora do ambiente local podem levar mais tempo para serem acessadas à distância.

Este é mais um mito: possuindo uma infraestrutura de conectividade apropriada para suportar aplicações em nuvem, a agilidade na resposta tende a ser maior. Isso acontece porque quanto mais aplicações a empresa possui, maior a necessidade por capacidade de processamento dos servidores internos. Caso a empresa não seja especializada em TI, a manutenção e atualização de servidores locais raramente é tão veloz quanto o crescimento da demanda. É preferível uma tecnologia que suporte a utilização da nuvem do que investir em enormes servidores que sejam capazes de suportar tal processamento — sem contar que, além disso, consomem mais espaço e energia em uma intensidade considerável.


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