Computação em nuvem: tendências para 2016

Desafios da computação em nuvem em 2016Cloud computing segue sendo o carro-chefe da tecnologia da informação nas empresas. De acordo com um estudo da consultoria IDC, as empresas latino-americanas (com o Brasil na dianteira) devem investir cerca de 3,6 bilhões de reais, o que representa um aumento de 40% em relação a 2014.

A computação em nuvem também é a impulsionadora da mobilidade corporativa. A partir dela, acredita a IDC, 45% das companhias devem investir na implementação de sistemas e aplicativos em processos de vendas, por exemplo.

  • A nuvem híbrida (hybrid cloud) passa ao centro das atenções

Um estudo do Gartner indica que, ao longo de 2016, a nuvem híbrida (junção dos dois modelos: pública e privada) deve crescer consideravelmente, chegando a 2017 como a escolha natural de mais de 50% dos empresários ao redor do mundo. No Brasil, o percentual é ainda maior: 81% das empresas querem investir neste modelo, conforme aponta uma pesquisa da F5 Networks.

Esta mudança mostra a maturidade do mercado em relação ao cloud computing, uma vez que a nuvem híbrida mescla as vantagens das nuvens públicas (redução de custos, escalabilidade) e das privadas (maior controle interno de dados sensíveis) e traz avanço tecnológico aos negócios.

Para o Gartner, muito da decisão de optar por um modelo híbrido está ligado ao legado em infraestrutura de TI que as médias e grandes empresas possuem. Ou seja, para aproveitar sistemas e equipamentos já implementados, as companhias optam por montar uma nuvem interna e contratar uma nuvem pública para aplicações pontuais.

Uma pesquisa da EMC apontou que a nuvem híbrida será a grande responsável por facilitar a transformação digital no ambiente corporativo. Cerca de 83% dos empresários que vão investir em negócios digitais já investem ou pretendem investir em nuvem híbrida.

  • As preocupações com segurança da computação em nuvem aumentam significativamente

De acordo com a Forrester Research, estamos à beira de uma segunda onda da computação em nuvem. Enquanto a primeira onda foi focada em atender as necessidades de TI de uma perspectiva de infraestrutura de rede/computação, a segunda onda é centrada na aplicação.

Os provedores de nuvem estão se concentrando agora em como fornecer serviços para aplicações de próxima geração que exigem coisas como análises baseadas em tempo e o apoio omni-channel.

Para as empresas que entraram no mundo da computação em nuvem cedo, as primeiras aplicações e dados migrados geralmente não contêm dados de missão crítica. Mas, como o uso da nuvem continua a crescer, uma gama mais ampla de aplicações passa a ser virtualizada. A própria tendência da mobilidade corporativa baseada em nuvem torna o emaranhado de dados mais justaposto e, com isso, acredita o Gartner, cresce a preocupação com a segurança da informação.

  • Em 2016, finalmente, o cloud computing vai impulsionar a inovação nas empresas

Para finalizar, vários especialistas, dentre eles, o pesquisador e colaborador da revista Forbes americana, Joe McKendrick, apontam que a partir de 2016 o cloud computing passará a ser impulsionadora da inovação no ambiente corporativo. “Em 2016, cloud vai solidificar seu papel emergente como uma máquina de inovação. Vamos ver a solidificação do papel da computação em nuvem como uma porta de entrada para coisas novas — e não apenas como a mais recente estratégia de TI, ou como um mecanismo de contenção de custos”, disse o articulista em um artigo publicado no final de 2015.


A MXMdisponibiliza uma gama de serviços cloud para os seus clientes, entre eles:

– Migração de Sistemas e bancos de dados para nuvem;
– Servidores Cloud para serviços e aplicativos;
Software em Nuvem, modelo Saas;
– Soluções para Backup/armazenamento;
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