Bloco K: o que é, quais seus objetivos e prazos?

Bloco K: o que fazer?

Mesmo que prorrogada para o início de janeiro de 2017, a preparação e adequação para o Bloco K continua sendo importantíssima. Neste momento é preciso que indústrias e empresas atacadistas analisem e planejem detalhadamente a adequação dos seus processos de gestão da produção às exigências do fisco.

Continue lendo o post de hoje e compreenda o objetivo do Bloco K, e confira os prazos de início de entrega para as empresas:

  • O que é o Bloco K?

O Bloco K é, basicamente, a digitalização do Livro Registro de Controle da Produção e do Estoque da Escrituração Fiscal Digital (EFD-ICMS/IPI), e é destinado às organizações industriais e atacadistas com faturamento superior a R$ 300 milhões.
Confira: O que muda com o Bloco K do SPED Fiscal em 2017?

O Bloco K se reserva a prestar informações mensais sobre produção e respectivo consumo de insumos, bem como do estoque escriturado, relativos aos estabelecimentos industriais ou a eles equiparados pela legislação federal e pelos atacadistas, podendo, a critério do Fisco, ser exigido de estabelecimento de contribuintes de outros setores (conforme § 4º do art. 63 do Convênio s/número, de 1970).

  • Objetivos do Bloco K:

O Bloco K tem os mesmos objetivos que o antigo Livro Registro de Controle da Produção e do Estoque, a única diferença é que está disponível em versão digital. Ou seja, seu propósito é informar as movimentações de estoque, a árvore de produção e controlar o custo médio das mercadorias e dos produtos.

É importante ressaltar que o Bloco K não é de responsabilidade exclusiva da área fiscal: a incumbência também da equipe de planejamento de produção, a equipe contábil, vinculada especificamente com custos, e a equipe tributária (fiscal e jurídica). Afinal, sem um trabalho integrado entre estas áreas, a sua escrituração torna-se passível de erro, podendo acarretar em autuações.

  • Quais os prazos de entrega?

Em 2017 o Bloco K será obrigatório para:
– Industriais classificados nas divisões 10 a 32 da CNAE com faturamento igual ou superior a R$ 300 milhões;
– Industriais de empresa habilitada ao Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado (Recof) ou a outro regime alternativo a este (independente do faturamento).

Em 2018 o Bloco K será obrigatório para:
– Industriais classificados nas divisões 10 a 32 da CNAE com faturamento igual ou superior a R$ 78 milhões.

Em 2019 o Bloco K será obrigatório para:
– Demais estabelecimentos industriais (independe de faturamento);
– Atacadistas classificados nos grupos 462 a 469 da CNAE (independente de faturamento)
– Equiparados a industrial (independente de faturamento)

  • Indústrias e Atacadistas: antecipem-se

fale com a mxmAproveite o primeiro semestre de 2016 para se planejar e realizar suas ações com calma. Para que, desta forma, em janeiro de 2017 ou 2018 você possa entregar para a Receita o arquivo do Bloco K do SPED Fiscal e manter-se na lei.

É importante saber que, se você iniciar agora os processos e implantações necessárias para entregar o Bloco K, sua empresa terá a chance de reduzir custos com o estoque e de quebra aumentar a produtividade.

Entre em contato com a MXM Sistemas para entender um pouco mais sobre o Bloco K e como sua indústria ou empresa atacadista pode se adequar: comercial@mxm.com.br

Mídia Social:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *