3 características do sistema tributário brasileiro que desafiam as empresas

Abrir um negócio é uma grande oportunidade para diversas pessoas. Com o mundo do empreendedorismo cada vez mais amadurecido, não falta conhecimento para iniciar a própria empresa. Porém, ainda há várias características do sistema tributário brasileiro que tornam esse caminho mais complicado e trabalhoso do que o necessário.

Impostos são fundamentais para suprir boa parte das necessidades ao redor do país. Porém, devido a diversos problemas na forma como eles são estruturados, novos empreendedores podem sofrer bastante para cumprir suas obrigações à medida que se expandem. Conhecer esses desafios de antemão e saber quais ferramentas podem ajudar é muito importante para conseguir superar essa barreira e ter uma empresa bem-sucedida. 

Para auxiliá-lo nessa tarefa, trouxemos aqui 3 das principais características do sistema tributário brasileiro que podem dificultar a consolidação de sua empresa. Acompanhe!

1. Carga muito elevada

Nas principais economias mundiais, quase todos os tributos são integrados no Imposto de Renda ou no Imposto de Valor Agregado (IVA). Porém, no Brasil, o sistema tributário é divido em uma infinidade de pequenas cobranças, o que aumenta as chances de que algo se perca.

PIS, COFINS, IOF, IPI, entre muitas outras siglas, são alguns dos impostos cobrados de todos os negócios. Além disso, há tributos que só incidem sobre setores específicos, o que complica ainda mais o cumprimento dessas obrigações.

Além disso, ainda há cobranças redundantes. Por exemplo, a Escritura Contábil Fiscal (ECF) é um dos reportes digitais que as empresas já precisam cumprir.

Porém, ao mesmo tempo, ainda é necessário trabalhar com outras cobranças, como a Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias (DIMOB). Se você quiser manter sua empresa devidamente regulada, precisa lembrar de todas essas siglas e seus procedimentos.

2. Excessivamente complexo

Uma das características do sistema tributário brasileiro que mais espanta profissionais de finanças estrangeiros é a complexidade. Além de considerar o número de cobranças, muitas delas ainda envolvem verificações e cálculos extremamente mais complexos do que qualquer outro sistema de cobrança no mundo.

Um exemplo recente disso é o Diferencial de Alíquota do ICMS, ou DIFAL, criado em 2015. O intuito dessa lei era evitar a guerra fiscal entre Estados, equilibrando um pouco mais a economia. Porém, para fazer o cálculo é necessário conferir uma tabela de partilha que muda todo ano.

Isso gerou uma conta ainda mais complexa para definir sobre quem e quanto de imposto deve incidir em mercadorias que cruzam a fronteira entre os Estados. Algo impossível de ser feito manualmente. Investir em ferramentas digitais para fazer o cálculo é praticamente imperativo hoje em dia.

3. Muita autonomia para cada Estado

Muitos países permitem que certos Estados tenham autonomia na geração de impostos. Porém, para evitar inconsistência no comércio nacional, alguns limites podem ser estabelecidos pela federação. Infelizmente, o Brasil permite que cada Estado determina algumas de suas taxas com total liberdade, o que pode ter consequências bem complicadas.

Efetivamente, um empreendedor que deseja atuar em todos os Estados do Brasil precisa conhecer cada legislação de cobrança individualmente. Ter um sistema de contas escalável e altamente flexível pode ser imprescindível para acompanhar todas as especificidades fiscais e tirar melhor proveito delas.

Agora que você conhece algumas das características do sistema tributário brasileiro e como elas podem desafiá-lo, já pode escolher a ferramenta que facilitará seu trabalho.


O ERP é um tipo de ferramenta praticamente obrigatória nas empresas. Baixe gratuitamente nosso e-book e descubra 7 formas que um ERP pode ajudar sua empresa a se destacar:

Mídia Social:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *